O QUE VOCÊ PLANEJA FAZER COM SUA ÚNICA VIDA?

UM PEDACINHO DE MUNDO MUDADO.

Não sei se é só um clichê de final de ano acordando, mas gosto bastante de fazer retrospectivas - do dia, da semana, do ano. E sempre quando as faço, é impossível não me questionar sobre a diferença que ando fazendo no mundo.

A gente anda tão intimidado com o tamanho dele, que acabamos nos sentindo pequenos para tal tarefa e nos esquecemos das coisas simples que estão ao nosso alcance.

Será que estou sendo alívio para o cansaço dos que me cercam? Ainda consigo me preocupar com os problemas dos meus queridos, mais do que com os meus? Faço questão de dizer a eles o quanto são importantes para mim?

Meus amores sabem que são amados? Eu ainda olho nos olhos? Dou bom dia para o motorista do ônibus, mesmo não recebendo um cumprimento de volta? Sorrio para aquele frentista que abastece meu carro todo dia ou só o ignoro como todos que passam por ali? Eu ainda dou flores e mando cartas? Ainda sei pedir por favor e obrigado?

O simples faz muita diferença sim. E quando a gente se propõe a fazê-lo, talvez não estejamos mudando o mundo inteiro, mas já estaremos mudando o mundo dos que passam por nós, não é? E isso basta. Já é um pedacinho de mundo mudado.

Autor: Richard de Assis, membro da colônia Antility de Brasília.

 





O QUE FAZEMOS JUNTOS SEMPRE SERÁ MAIOR DO QUE SOZINHOS

EXPOSIÇÃO: UM OLHAR PELO VELHO CHICO

Desde o nascimento do Antility, esta história foi a maior prova de que uma colônia unida por um sonho pode fazer muito mais do que uma formiga solitária.

A Drica (@dricadavino), junto com a Luma (@lumaasouza), a Hellen (@hbm31) e mais uma colônia local, está mudando a forma como Juazeiro e Petrolina enxergam a fotografia. No dia 21 de outubro de 2016, aconteceu a exposição "Um olhar pelo Velho Chico" na Universidade do Estado da Bahia (UNEB), em Juazeiro. Era só o começo de uma pequena grande jornada.

ANTILITY NO VALE DO SÃO FRANCISCO

"Os meets daqui são sempre incríveis, as pessoas nos surpreendem com seus sentimentos em relação ao Antility. A fotografia nos tira da zona de conforto, é como se fosse algo transbordando de mim mesma, não me enxergo sem registrar momentos, mesmo que sejam apenas em minha cabeça. E estes que vou contar agora, já fazem parte de minha história de vida.

No meio de tantas mensagens nos grupos daqui, decidimos nos reunir para falar sobre nossos anseios e acabamos refletindo sobre a situação ambiental local. O rio São Francisco margeia nossa cidade, mas está morrendo pouco a pouco. Tanto a indústria quanto a prefeitura vivem despejando lixo e esgoto por lá. Em nome do desenvolvimento da região, resolvemos que era preciso fazer algo a respeito, por menor que fosse.

O Pablo (@pabloluan0) e a Carine (@car.fernandes), nos contou sobre um festival na UNEB e da oportunidade de levarmos uma exposição de fotos para lá. Queríamos mostrar que apesar de tudo, o rio São Francisco ainda é belo e precisa ser preservado.

Nos inscrevemos e fomos escolhidos. Vitória? Não, só o começo de uma luta."

A JORNADA

"A gente só entende as dificuldades quando nos empenhamos em fazer algo. Precisávamos encontrar parceiros para a impressão das fotos, mandei e-mails, andei no centro da cidade atrás de gráficas apresentando nossa ideia, não foi uma semana fácil. Faltavam apenas dois dias para a exposição, estava quase desistindo até ser salva pelo Paulo (@paulosantana.com.br). Ele trabalha na Compor (@equipecompor) e simplesmente fez a parceria acontecer nos 45 minutos do segundo tempo. As fotos ficaram lindas, seremos eternamente gratos a eles.

Bom, as fotos só ficaram prontas no dia da exposição e estava tudo certo para que eu fosse buscar no estúdio. Mas tudo começou a dar errado: perdi o ônibus, esqueci minha sandália e o cartão do ônibus. Então, o Luan (@_luanprado), outro membro do Antility, acabou indo na frente para pegar as fotos. Tudo pronto! Quer dizer, não. Ainda não havíamos resolvido um ponto importante: como íamos expôr as fotos?

Andamos no centro atrás de varal, mas não encontramos pregadores. Atravessamos a cidade, pegamos um ônibus, descemos no ponto errado, nos esforçamos para deixar a exposição impecável. Ok, hora de ir até a faculdade, onde aconteceria o Festival, mas tinha um pequeno problema: não sabíamos ao certo como chegar lá.

Não conseguimos nos encontrar com a Iana (@ianajuliaabm), outro membro daqui, ela ia nos levar até o lugar. O jeito foi sair perguntando, dobrando esquinas aleatórias... Então, nos deparamos com um cara que pediu ajuda para empurrar seu carro, que não estava funcionando. O Luan (@_luanprado) ajudou e quando o carro ligou, pediu para que o desconhecido nos desse uma carona. Fiquei com muito medo, mas se não fosse essa carona, não teríamos chegado no horário certo."

UM OLHAR PELO VELHO CHICO

"Chegando lá, perguntamos aos organizadores onde iríamos expor. Nos deixaram livres para escolher o lugar, era mais um desafio começando. Queríamos um lugar onde houvesse passagem de gente, no fim, encontramos um espaço entre uma árvore e um poste na entrada. A Luma (@lumaasouza) chegou, e logo foi atrás de um pisca-pisca para improvisarmos, detalhe: um cara tropeçou e quebrou no final, mas tudo bem, faz parte.

Posso fazer uma pausa para um agradecimento especial? A Carine (@car.fernandes), outra membro do Antility, emprestou sua casa para tomarmos banho e beber água.

No fim, a jornada valeu à pena, deu tudo certo. A exposição ficou incrível e rendeu muitos comentários positivos, além de dúvidas e sorrisos provocados por cada foto. Gilmar Santos, um professor e vereador de Petrolina, amou a exposição e a ideia de pessoas fazendo acontecer juntas. Outros professores da faculdade também dividiram seus sentimentos em relação à fotografia, além dos outros membros que foram nos prestigiar.

Espero que o futuro do Antility aqui e no resto do Brasil, seja de pessoas mais engajadas com os movimentos, fazendo mudanças verdadeiras e ajudando como podem. Não importa o tamanho da sua ação, grande ou pequena, o que importa é que juntos sempre podemos fazer mais."

Você é o movimento. Você é #Antility.

 





Um sonho pra sonhar junto

Oi, colônia.

Eu quero dividir um sonho com vocês. E a única intenção disso, é que ele chegue às pessoas certas que querem sonhar esse sonho junto com a gente. Portanto, divida ele. Compartilhe. Conte a respeito pra quem é importante pra você.

Um ano atrás, quando comecei a investir parte do meu tempo na fotografia, justamente por estar cansado e frustrado com o mercado de publicidade, eu me envolvi muito com a comunidade do Instagram. Perdi uma certa vergonha que tinha. Conheci pessoas. Melhorei minhas fotos. Até organizei alguns Instameets. Fiz algumas campanhas para marcas. Eu me senti empoderado. Mas no meio disso tudo, ainda continuava achando que esse novo hobby poderia ir além, ter um objetivo, ter um propósito, mesmo sem ter muita propriedade nisso.

Segui fotografando, aprendendo, encontrando e conhecendo pessoas. Conversando e dividindo ideias até que em um momento, elas começaram a colidir com as ideias de outras pessoas. Ai entra a Vanessa, Bruno, Ana e o Pero. E então, nasce o Antility.

No começo, a gente falava tudo o que a gente não era. (agência de influenciadores, agência de mídia, coletivo de fotógrafos), exatamente por não saber o que a gente era. Hoje a gente sabe com clareza isso e o melhor, sabemos para onde queremos ir. Somos um movimento, algo que muda e se transforma com o tempo, assim como as pessoas. Mas que mantém a sua essência e os laços que criou no caminho. E esse mesmo movimento, busca empoderar a vida das pessoas. Seja aquelas que fazem parte da colônia e participam dos movimentos, pois querem se desenvolver por meio da fotografia enquanto pessoas e profissionalmente. Isso já acontece, não da forma estruturada que queremos, mas estamos construindo e evoluindo para esse caminho. E também estamos olhando e caminhando para aquelas pessoas que estão à margem da sociedade, ignoradas. Estamos falando de crianças, homens e mulheres marginalizadas, carentes de recursos emocionais e financeiros. Isso ainda não acontece, mas é pra onde o movimento caminha.

Fizemos alguns projetos que temos orgulho. Tudo a custo zero, já que o Antility não tem nenhum modelo de lucro até o momento. Foi tudo partindo de premissas estabelecidas com base na economia colaborativa. Contamos apenas com a abertura de pessoas e lugares, assim como a colaboração e carinho de uma comunidade envolvida e apaixonada. Temos o #adotegram, sobre adoção de pets pelo Instagram. Temos o #rezaalendaque, sobre música e fotografia. Temos o #Instameetblack, sobre pessoas vestidas de preto pra criar foto-arte. Temos o #planteparalembrar, sobre fotografia e plantio de árvores como memória. Temos o #Picmeet sobre reunir pessoas em um pic-nic e fazer fotografias. Temos o #EraUmaWes para inspirar pessoas a criarem com base no cinema. E ainda sabemos que tem um bocado a ser feito, de tudo isso que sonhamos, idealizamos e queremos pro mundo. É aqui que queremos colocar nossas energias.

Por um ano, aprendemos muito. E para 2017, estamos seguros de que queremos e podemos ir mais longe. Entretanto, algumas coisas ainda nos fazem esbarrar pelo caminho. Seja fruto do ego. De uma má interpretação. De ruídos. Isso não é somente no Antility, mas é na vida. Vamos encontrar pessoas assim na escola, no trabalho e até mesmo na família. Mas cabe somente a nós decidir como isso vai deixar influenciar no que somos e fazemos. E aqui está nossa decisão: não vamos deixar.

Em 2016, mal podemos calcular a quantidade de horas que foram dedicadas pelas pessoas envolvidas com o Antility. Todas voluntárias. Fazendo com afeto e o coração. E acredite, tudo o que fazemos leva tempo. Leva tempo porque ainda precisamos pagar nossas contas e ainda não podemos nos sustentar com o Antility. Leva tempo porque dependemos de pessoas para nos abrir um espaço para uma exposição, sem cobrar nada por isso. Leva tempo porque ficamos doentes e precisamos nos recuperar para ter energia e fôlego pra levantar e seguir construindo nossos sonhos. Leva tempo porque pensamos em infinitas variáveis para que tudo seja o mais perfeito possível e possa construir memórias incríveis para todos que se envolvem com o movimento. O Antility pode acabar hoje, amanhã ou depois. Mas tudo isso que você está vivendo por causa do Antility, isso fica pra sempre.

Tudo. Absolutamente tudo o que fazemos, buscamos sentido e um significado. Caso contrário, seria apenas mais um projeto de fotografia por ai e não faria sentido nenhum continuarmos existindo. Nem sempre tudo tem a clareza que gostaríamos. Estamos falando com pessoas do Brasil todo. Diferentes culturas. Diferentes perspectivas da vida. Diferentes referenciais. E nos desculpamos por isso. Nos desculpamos por não acertar sempre. E também queremos dizer que a beleza do movimento se constrói justamente nessa diferença. Se constrói pelos erros e acertos. A partir do olhar de cada um, aprendemos sobre respeitarmos o EU, para que o NÓS possa existir e se sobressair.

Vamos continuar acreditando que o que podemos fazer juntos, sempre será maior e melhor do que aquilo que fazemos sozinhos, por mais que muitas pessoas queiram provar o contrário. Quem já conversou com a gente, sabe que somos extremamente acessíveis. Podemos demorar dias pra responder, justamente por querer ler com calma e responder com o mesmo carinho que você escreveu. Avisamos você sobre isso e estabelecemos o comprometimento. Sabe que gostamos absurdamente de levar ideias pra frente. Independente qual seja, gostamos de acreditar na vontade de fazer coisas acontecerem. Sabe que gostamos de falar sobre verdades, por mais que as pessoas não esperem por elas. Então, nós pedimos, continuem contando com a gente. Continuem questionando os nossos sonhos para que você possa entendê-lo de fato e sonhar junto se quiser. Escreve pra gente. Manda Inbox. Manda DM. Manda pombo-correio, mas não deixe de falar. Isso tudo só faz sentido quando existe a troca. A colônia está de portas abertas para que todos possam ir e vir.

Obrigado a cada um de vocês que acompanharam a jornada até aqui.

Vamos em frente, colônia.

Temos um mundo de possibilidades pela frente. 





#REZAALENDAQUE O PASSADO NOS CONECTA

Já sentiu um cheiro que te transportou diretamente para um momento de sua infância que você achou ter esquecido? Ou ouviu alguma música que te fez reviver uma cena que estava escondida em sua memória?

Quando ouvimos a música Reza A Lenda do Dnaipes pela primeira vez, tivemos um encontro com nós mesmos. Mas antes de continuar, dê o play no Spotify e preste atenção na letra.

O passado é muito íntimo, basta parar um pouco para lembrar que ele está ali. Ainda assim, a troca é repleta de riquezas, porque o que nós podemos fazer juntos será sempre maior do que aquilo que fazemos sozinhos. Acreditamos em encontros genuínos que misturam artes, paixões, gostos e histórias. Por isso, mandamos uma mensagem para o DNAIPES e demos início a uma história que vale ser lembrada.

Mudamos. Evoluímos. E ainda temos muito a fazer. Inspirados pela música Reza A Lenda do DNAIPES e no quanto ela dialoga com nossa essência, criamos um movimento para lembrarmos que temos tanto a fazer. Para participar, bastava escolher um dos trechos da música, transformar em uma foto e publicar na hashtag #RezaALendaQue.

O que era para ser apenas uma expressão online, acabou virando um grande encontro offline. No dia 26 de agosto de 2016, amigos da colônia, famílias, fotógrafos, fãs da banda e quem a gente pode abraçar, foram sentir de perto a essência de um movimento Antility transportado para a vida.

Graças à parceria da Uniko, que nos forneceu gratuitamente a impressão de algumas fotos do movimento #RezaALendaQue, pudemos expor o olhar de alguns membros da colônia numa linda exposição na House of All, mesmo lugar que deu voz ao DNAIPES em um pocket show inesquecível.

Nossa ansiedade por construir um futuro sólido, nos distancia de viver um presente que vale à pena ser lembrado. Saudamos o passado, vivemos o futuro e esquecemos o presente. Quantas vezes você reuniu seus amigos em volta de um álbum de fotos para contar suas histórias? Acredite mais no poder dos encontros, mostre mais interesse, pare e ouça o que as pessoas estão dizendo.

Reza a lenda que não é preciso muito para fazer acontecer. Basta fazer.





ANTILITY NOS JOGOS OLÍMPICOS

UMA HISTÓRIA SOBRE ENCONTROS E FRIO NA BARRIGA

Recentemente, mudamos o foco do Antility. Passamos a concentrar nossos esforços em empoderar a nossa colônia de criadores, seja com projetos autorais ou co-criados com marcas. Unidos, queremos enriquecê-los de forma emocional, financeira e cultural. Pois acreditamos que o que podemos fazer juntos será sempre maior do que aquilo que fazemos sozinhos.

A EF Intercâmbio nos convidou para visitar o Rio de Janeiro durante um dos eventos mais importantes do mundo e vivenciar toda a experiência de um intercâmbio, conhecendo pessoas novas com troca de culturas, experiências, aprendizados.

Insistimos para que a parceria saísse um pouco do eixo Rio - São Paulo, dando oportunidade para líderes e membros da colônia de outras partes do Brasil.

Durante 4 dias, o @Gustavo_Barsilva, de Belo Horizonte, ficou hospedado em uma área criada para receber alunos do mundo inteiro para vivenciarem a energia do Rio de Janeiro das Olimpíadas.

Em troca de passagem e hospedagem, o Gus registrou tudo com lindas fotos e contou como foi viver na EF Village:

"Passar 4 dias no Rio de Janeiro durante as Olimpíadas com a EF foi uma das melhores experiências que vivenciei até hoje.
Foi minha primeira viagem de avião e para outro estado, justamente para cidade maravilhosa. O Rio é incrível, meus olhos brilharam e uma tranquilidade tomou conta de mim por ver que estava tudo bem com o Brasil sediando os Jogos Olímpicos.
Na EF Village, conheci EF Ambassadors do Brasil todo, são alunos da EF que já fizeram intercâmbio com a empresa e hoje, transmitem suas experiências para outras pessoas. Fiquei fascinado com o jeito que eles dividem suas vivências. Gostaria de dominar o inglês, fiquei ansioso por não conseguir falar com todos e agora, estou cheio de vontade de ir para outro país, aprender outra língua e experimentar uma nova cultura.
A equipe EF merece destaque. Imagino que tratar todos da melhor forma possível, proporcionando experiências únicas, faça parte do espírito da empresa. São pessoas alegres, simpáticas, gentis e sobretudo comprometidas.

Não posso deixar de mencionar outro momento especial. Durante meus dias lá, também pude conhecer o @Xandemaska, um dos líderes da colônia do Rio de Janeiro. Tiramos um tempo para nos encontrar, conversar e claro, fotografar. O Xande me deu várias dicas sobre a cidade. Foi um enorme prazer encontrar um membro do Antility em outro estado, tenho cada vez mais certeza de que somos muitos e temos o potencial para levar grandes ideias pra frente.

O @Xandemaska complementou o relato:

“Aprecio o trabalho do Gus há bastante tempo no Instagram. Em 2015, estive duas vezes em Belo Horizonte, mas infelizmente não conseguimos nos encontrar. O Instagram é a rede social mais social que existe, mas porque eu faço essa máxima valer. Gosto de me conectar pessoalmente, conversar, abraçar, trocar ideias.

O Gus é um cara humilde, gente boa e muito competente como fotógrafo. O Antility nos aproximou e a EF Intercâmbios trouxe essa proximidade para a vida real. Passamos algumas horas no centro da cidade e no dia seguinte, fomos convidados para assistir às provas de atletismo das Olimpíadas juntos. É claro que fotografamos muito!

Gus, foi um prazer imenso te conhecer e espero que possamos nos reencontrar outras vezes. Quem sabe na minha terceira ida à BH?

 

Que o seu talento faça você viajar mais e mais vezes de avião, pois o frio na barriga por ter feito um bom trabalho e conhecer um "novo mundo" é como uma decolagem: você enxerga tudo o que pode conquistar. E você pode chegar onde quiser!”

Estamos muito orgulhosos em poder fazer parte da história do Gustavo, do Xande, da EF e dos Jogos Olímpicos Rio 2016. Vamos continuar lutando pelo desenvolvimento da colônia. Assim, todos poderão encontrar oportunidades que abracem e valorizem suas criações.