11 PAÍSES, 12 ESTADOS BRASILEIROS E 1 COR

COMO REUNIR PESSOAS AO REDOR DO MUNDO PARA FAZER ARTE, LITERALMENTE.

Foto de @ranosanmarto


Foto de @ranosanmarto

Não sei ao certo se ainda podemos chamar isso de Instameet, já que é um movimento artístico que não termina quando o último clique é dado. Talvez, seria muita prepotência nomear isso agora, sendo que tampouco sabemos o nome disto, até onde ele vai e o impacto da última foto que será postada. Mas vamos pensar sobre.

A história começa com uma semana, onde uma ideia se estende em 11 cantos do globo e 12 cantos do Brasil por meio de uma cor que absorve todas as outras. Nascia a segunda edição do #Instameetblack. E ela foi feita para o mundo.

Fomos parar em Amsterdã, no Canadá, na Indonésia, na Índia, na Irlanda, na Itália, no México, nos Emirados Árabes Unidos (Abu Dhabi, Sharjah, Ajman, Umm al-Quwain, Ras al-Khaimah e Fujairah), na Guatemala, no Uzbequistão e no Japão.

Se cansou só de ler e se enrolou para pronunciar, imagina eu escrevendo. Respira, tem mais.

No Brasil, estivemos em Alagoas, em Brasília, no Espírito Santo, em Fortaleza, no Mato Grosso do Sul, em Natal, no Paraná, em Porto Alegre, em Recife, no Rio de Janeiro, em Salvador e São Paulo.

De acordo com a estatística do chute, vestimos de preto 0,00003% do mundo e 0,0001% do Brasil em um único dia.

Vamos parar em São Paulo.

Foi aqui que participei presencialmente do movimento. A previsão do tempo já anunciava incríveis 35ºC. Além da cor preta absorver as outras cores, teríamos tudo isso de calor para absorver também. Não foi fácil.

Mas são em dias assim que vemos o quão louco somos. Loucos felizes, felizes por uma causa com um significado maior que nós mesmos. E a loucura mesmo, não para por ai.

O nosso encontro tinha sido marcado para as 14h, horário de São Paulo. Enquanto isso, pessoas em outro fuso ao redor do mundo, já estavam soltando a mão e produzindo o que seria a faísca inicial do movimento. Isso sim é loucura.

Pessoas que nunca vi pessoalmente, talvez conheça apenas online, mas que estavam em seus lugares, criando uma história única e que pode ser contada por todos em qualquer lugar.