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FAMÍLIA ANTILITY

 

A Ana é uma fotógrafa de São Paulo, que está sempre por dentro do que a colônia do Brasil está fazendo ou falando. 

Juntando a paixão por fotos e viagens, a Ana deu um pulo no Recife para acompanhar de perto o #AntMeet e veio contar como foi. 

Acompanhe a Ana no Instagram.

 

ANTMEET RECIFE

Embora já tivesse enfrentado muito calor no segundo #InstameetBlack, nada se comparou aos 35ºC com sensação térmica de 100ºC, que estava registrando naquela sexta-feira, 25 de março de 2016, em Boa Viagem, Recife.

O ponto de encontro do #AntMeetRec foi no Parque Dona Lindu, um espaço incrível de lazer e cultura no coração da cidade, com o projeto arquitetônico assinado por Oscar Niemeyer. Ficamos bem felizes, pois era feriado, dia de almoço com a família, e ainda assim, 38 Instagrammers estavam lá. A maioria, pela primeira vez, era Recife, Petrolina e São Paulo, unidos pela paixão por fotografia, conhecer gente nova e principalmente, fazer parte de algo maior.

Esqueci de mencionar, mas estava tão perto da praia, que era só atravessar a rua para colocar os pés na areia, coisa que paulistano não está acostumado, né?

No início, eu, Tato e Binho nos apresentamos, falamos um pouco sobre o que fazemos da vida e em seguida, contei sobre o Antility, como surgiu, nossos pilares e o quanto o sentido de comunidade é importante e deve ser levado adiante. Pude perceber pelos sorrisos nos rostos dos ouvintes, sobre o quanto partilhar de um mesmo ideal, é vital para alcançarmos grandes mudanças.

Conversei com algumas pessoas, mas uma em especial, me chamou a atenção. O nome dela é Abigail (@abijailds), vive em Petrolina, estava visitando a família em Recife e resolveu nos encontrar. Abigail, é uma menina ainda, mas foi protagonista de uma das cenas mais bonitas que já vi no mundo do Instagram. Ela abriu um lindo sorriso, com os olhos brilhando, ao encontrar a Amanda Pietra (@amandapietrac), fotógrafa e Instagrammer pernambucana, que ela admira muito. A euforia e emoção foi tanta, que emocionou tanto eu, quanto a Pietra, que tratou de dar uma recepção bem calorosa à Abigail.

A colônia de Recife me ensinou muito sobre algo que tem grande significado no coração de todos. Durante o #AntMeet, todos se espalharam, ficaram à vontade, indo e vindo em grupos ou sozinho, sempre se cumprimentando com abraços apertados, dividindo lanches e bebidas. Concluí que todos eles têm muito a nos ensinar sobre família.

Voltei para São Paulo com mais uma lição aprendida: família e amigos dão sentido à nossa jornada, com a força de todos, podemos fazer a diferença na vida das pessoas e nada melhor do que ter a fotografia como desculpa.

Fique ligado nos próximos AntMeets, que podem acontecer na sua cidade. 

 

 

 





11 PAÍSES, 12 ESTADOS BRASILEIROS E 1 COR

COMO REUNIR PESSOAS AO REDOR DO MUNDO PARA FAZER ARTE, LITERALMENTE.

Foto de @ ranosanmarto


Foto de @ranosanmarto

Não sei ao certo se ainda podemos chamar isso de Instameet, já que é um movimento artístico que não termina quando o último clique é dado. Talvez, seria muita prepotência nomear isso agora, sendo que tampouco sabemos o nome disto, até onde ele vai e o impacto da última foto que será postada. Mas vamos pensar sobre.

A história começa com uma semana, onde uma ideia se estende em 11 cantos do globo e 12 cantos do Brasil por meio de uma cor que absorve todas as outras. Nascia a segunda edição do #Instameetblack. E ela foi feita para o mundo.

Fomos parar em Amsterdã, no Canadá, na Indonésia, na Índia, na Irlanda, na Itália, no México, nos Emirados Árabes Unidos (Abu Dhabi, Sharjah, Ajman, Umm al-Quwain, Ras al-Khaimah e Fujairah), na Guatemala, no Uzbequistão e no Japão.

Se cansou só de ler e se enrolou para pronunciar, imagina eu escrevendo. Respira, tem mais.

No Brasil, estivemos em Alagoas, em Brasília, no Espírito Santo, em Fortaleza, no Mato Grosso do Sul, em Natal, no Paraná, em Porto Alegre, em Recife, no Rio de Janeiro, em Salvador e São Paulo.

De acordo com a estatística do chute, vestimos de preto 0,00003% do mundo e 0,0001% do Brasil em um único dia.

Vamos parar em São Paulo.

Foi aqui que participei presencialmente do movimento. A previsão do tempo já anunciava incríveis 35ºC. Além da cor preta absorver as outras cores, teríamos tudo isso de calor para absorver também. Não foi fácil.

Mas são em dias assim que vemos o quão louco somos. Loucos felizes, felizes por uma causa com um significado maior que nós mesmos. E a loucura mesmo, não para por ai.

O nosso encontro tinha sido marcado para as 14h, horário de São Paulo. Enquanto isso, pessoas em outro fuso ao redor do mundo, já estavam soltando a mão e produzindo o que seria a faísca inicial do movimento. Isso sim é loucura.

Pessoas que nunca vi pessoalmente, talvez conheça apenas online, mas que estavam em seus lugares, criando uma história única e que pode ser contada por todos em qualquer lugar.