exposição

#REZAALENDAQUE O PASSADO NOS CONECTA

Já sentiu um cheiro que te transportou diretamente para um momento de sua infância que você achou ter esquecido? Ou ouviu alguma música que te fez reviver uma cena que estava escondida em sua memória?

Quando ouvimos a música Reza A Lenda do Dnaipes pela primeira vez, tivemos um encontro com nós mesmos. Mas antes de continuar, dê o play no Spotify e preste atenção na letra.

O passado é muito íntimo, basta parar um pouco para lembrar que ele está ali. Ainda assim, a troca é repleta de riquezas, porque o que nós podemos fazer juntos será sempre maior do que aquilo que fazemos sozinhos. Acreditamos em encontros genuínos que misturam artes, paixões, gostos e histórias. Por isso, mandamos uma mensagem para o DNAIPES e demos início a uma história que vale ser lembrada.

Mudamos. Evoluímos. E ainda temos muito a fazer. Inspirados pela música Reza A Lenda do DNAIPES e no quanto ela dialoga com nossa essência, criamos um movimento para lembrarmos que temos tanto a fazer. Para participar, bastava escolher um dos trechos da música, transformar em uma foto e publicar na hashtag #RezaALendaQue.

O que era para ser apenas uma expressão online, acabou virando um grande encontro offline. No dia 26 de agosto de 2016, amigos da colônia, famílias, fotógrafos, fãs da banda e quem a gente pode abraçar, foram sentir de perto a essência de um movimento Antility transportado para a vida.

Graças à parceria da Uniko, que nos forneceu gratuitamente a impressão de algumas fotos do movimento #RezaALendaQue, pudemos expor o olhar de alguns membros da colônia numa linda exposição na House of All, mesmo lugar que deu voz ao DNAIPES em um pocket show inesquecível.

Nossa ansiedade por construir um futuro sólido, nos distancia de viver um presente que vale à pena ser lembrado. Saudamos o passado, vivemos o futuro e esquecemos o presente. Quantas vezes você reuniu seus amigos em volta de um álbum de fotos para contar suas histórias? Acredite mais no poder dos encontros, mostre mais interesse, pare e ouça o que as pessoas estão dizendo.

Reza a lenda que não é preciso muito para fazer acontecer. Basta fazer.





POR QUE AS PESSOAS PARARAM DE REVELAR SUAS FOTOS?

Quase tudo pronto para minha viagem da virada, estou ansioso para chegada de 2003, quero lembrar de cada momento que vou passar com meus amigos. Ah! Falando nisso, quase esqueço, ainda preciso passar num bazar e comprar um filme para a minha máquina fotográfica. Acho que vou comprar 2 filmes de 36 poses, afinal, ocasiões especiais pedem muitas fotos, não acha?

Já estou imaginando, durante a viagem, não vão faltar momentos para registrar: eu e meus amigos na frente da casa de praia, aquele pôr-do-Sol, a galera em volta da mesa, os fogos. Vou deixar tudo preparado, para não correr o risco de queimar nenhuma foto, acontece, né?

Para quem não vivenciou esta época, acredite se quiser, era normal comprarmos um filme, registrarmos com todo cuidado todos os momentos importantes e revelarmos depois. As fotos ficavam expostas em nossa casa, álbuns, não era preciso ir até o museu ou galeria de arte para apreciá-las. Ok, fui um pouco longe, mas me acompanha. Olhando alguns anos atrás, conseguimos notar o quanto evoluímos.

Lembra o quão inovador foi quando aquele celular de flip começou a tirar fotos? Hoje, câmeras fotográficas e celulares, estão quase virando uma coisa só.  Fotografamos de tudo, até aquilo que não precisa ser fotografado, privacidade está virando lenda. Por um lado, a foto nunca esteve tão no centro das atenções quanto está hoje, mas por outro, ela nunca foi tão desvalorizada. Bom, estou aqui justamente para te convencer do contrário.

Tudo fica documentado numa tela, se não é na tela do smartphone, é na tela do computador, da máquina fotográfica profissional ou projetada numa TV para a família ver como foi sua última viagem, mas calma, só mostramos apenas uma parte das 2.000 fotos que tiramos. Muitas vezes, usamos a velha desculpa do "foi só para registrar", mas no fundo, sabemos que nunca vamos voltar a vê-las novamente.

Você lembra como era ou já teve a sensação de mostrar um álbum de fotos para alguém? Contar as histórias de cada foto, ter a sensação de pegar um registro que traz boas lembranças nas mãos? Colocá-los num porta-retratos ou até mesmo presentear alguém querido?

Por um bem maior, vamos revelar algumas fotos dos gatinhos que tiramos na ONG Adote um Gatinho e expor no Rolê das Patas, com o apoio da galera do Nicephotos, que ainda prezam por bons momentos fora de uma tela.  

Então, tenho um convite para você: todo mês, selecione suas fotos preferidas, revele, faça um fotolivro, dê de presente ou simplesmente, deixe em algum lugar que você possa apreciar.

É apenas mais uma forma de eternizar sua arte ou simplesmente, despertar boas memórias e sensações.

Você vai se surpreender com o poder de uma foto fora da tela de um computador.

 





#INSTAMEETNOBECO COM A LAND ROVER

UM DIA DE FOOD TRUCKS, MÚSICA E FOTOGRAFIA PARA SÃO PAULO.

Se você já passou por São Paulo, e pediu dicas de lugares para fotografar, certamente ouviu sobre o Beco do Batman.

E foi com muita alegria, que vimos ontem, dia 13 de dezembro, as paredes grafitadas da ruela, na Vila Madalena, recebendo artistas de nossa colônia.

A Land Rover Brasil inovou organizando o primeiro #InstameetnoBeco, com food trucks, música e uma linda exposição de fotos da galera que participou de seus desafios semanais no Instagram.

Foi incrível ver uma marca criando experiências que vão além das interações nas redes e valorizam todo nosso trabalho em torno da fotografia.

O calor não espantou quem foi lá prestigiar, e para você que não pode participar, fotografamos toda a exposição. Confira o que rolou de bom por lá:

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