instameetblack

PRETO É A COR DO MOMENTO

O #INSTAMEETBLACK VIROU TENDÊNCIA

Até parece editorial de moda, mas é sobre a terceira edição do #InstameetBlack. O movimento que teve início no ano passado, contou com a participação de 8 cantos do globo e 18 lugares no Brasil.

#InstameetBlack em Amsterdã.

#InstameetBlack em Amsterdã.

Dessa vez, alcançamos Viena, Japão, Amsterdã, Uzubequistão, Honduras, Guatemala, invadimos o México, passamos por Playas de Tijuana, Aguascalientes, Ciudad de Mexico, Orizaba, Xalapa. E vários lugares do Brasil, como São Paulo - SP, Campinas - SP, Fortaleza - CE, Brasília - DF, Manaus - AM, Goiânia - GO, Belo Horizonte - MG, Campo Grande - MS, Campina Grande - PB, Curitiba - PR, Recife - PE, Juazeiro - BA, Rio de Janeiro - RJ, Natal - RN, Porto Alegre - RS, Nova Tentro - SC e São Francisco do Sul - SC.

O que mais chamou a atenção nesta edição não foi as fotos em si, mas a conexão que se fortaleceu entre quem participou. Quando estamos sozinhos, esquecemos que pode ter alguém querendo o mesmo que nós bem ao nosso lado.

A chuva forte não espantou as mais de 30 pessoas que apareceram no Distrito de Paranapiacaba, em São Paulo. Em Brasília, o #InstameetBlack virou uma grande aventura, resumida no vídeo do Lucas Viniciús. O Claudio Ebson e o Alcimar Verissimo montaram um IMB humano com quem participou no Recife. Do Amazonas ao Rio Grande do Sul, o pretexto era fotografar todos vestindo preto, mas o propósito continua sendo cada vez maior.

#InstameetBlack em Recife, Pernambuco.

#InstameetBlack em Recife, Pernambuco.

O movimento não acaba quando o último clique é dado, ele permanece dentro de cada um que resgatou a roupa preta no guarda-roupa e esteve disposto a quebrar fronteiras. Não estou falando de linhas imaginárias que dividem territórios, mas das cercas que circulam nossa cabeça, reflita sobre o quanto você pode alcançar se tentar quebrá-las.

Um dia você pode estar aqui e no outro, passando 8 horas em Amsterdã. Sempre vai haver alguém para nos conectarmos. Perto ou longe, cultive desde já.





11 PAÍSES, 12 ESTADOS BRASILEIROS E 1 COR

COMO REUNIR PESSOAS AO REDOR DO MUNDO PARA FAZER ARTE, LITERALMENTE.

Foto de @ ranosanmarto


Foto de @ranosanmarto

Não sei ao certo se ainda podemos chamar isso de Instameet, já que é um movimento artístico que não termina quando o último clique é dado. Talvez, seria muita prepotência nomear isso agora, sendo que tampouco sabemos o nome disto, até onde ele vai e o impacto da última foto que será postada. Mas vamos pensar sobre.

A história começa com uma semana, onde uma ideia se estende em 11 cantos do globo e 12 cantos do Brasil por meio de uma cor que absorve todas as outras. Nascia a segunda edição do #Instameetblack. E ela foi feita para o mundo.

Fomos parar em Amsterdã, no Canadá, na Indonésia, na Índia, na Irlanda, na Itália, no México, nos Emirados Árabes Unidos (Abu Dhabi, Sharjah, Ajman, Umm al-Quwain, Ras al-Khaimah e Fujairah), na Guatemala, no Uzbequistão e no Japão.

Se cansou só de ler e se enrolou para pronunciar, imagina eu escrevendo. Respira, tem mais.

No Brasil, estivemos em Alagoas, em Brasília, no Espírito Santo, em Fortaleza, no Mato Grosso do Sul, em Natal, no Paraná, em Porto Alegre, em Recife, no Rio de Janeiro, em Salvador e São Paulo.

De acordo com a estatística do chute, vestimos de preto 0,00003% do mundo e 0,0001% do Brasil em um único dia.

Vamos parar em São Paulo.

Foi aqui que participei presencialmente do movimento. A previsão do tempo já anunciava incríveis 35ºC. Além da cor preta absorver as outras cores, teríamos tudo isso de calor para absorver também. Não foi fácil.

Mas são em dias assim que vemos o quão louco somos. Loucos felizes, felizes por uma causa com um significado maior que nós mesmos. E a loucura mesmo, não para por ai.

O nosso encontro tinha sido marcado para as 14h, horário de São Paulo. Enquanto isso, pessoas em outro fuso ao redor do mundo, já estavam soltando a mão e produzindo o que seria a faísca inicial do movimento. Isso sim é loucura.

Pessoas que nunca vi pessoalmente, talvez conheça apenas online, mas que estavam em seus lugares, criando uma história única e que pode ser contada por todos em qualquer lugar.