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#REZAALENDAQUE O PASSADO NOS CONECTA

Já sentiu um cheiro que te transportou diretamente para um momento de sua infância que você achou ter esquecido? Ou ouviu alguma música que te fez reviver uma cena que estava escondida em sua memória?

Quando ouvimos a música Reza A Lenda do Dnaipes pela primeira vez, tivemos um encontro com nós mesmos. Mas antes de continuar, dê o play no Spotify e preste atenção na letra.

O passado é muito íntimo, basta parar um pouco para lembrar que ele está ali. Ainda assim, a troca é repleta de riquezas, porque o que nós podemos fazer juntos será sempre maior do que aquilo que fazemos sozinhos. Acreditamos em encontros genuínos que misturam artes, paixões, gostos e histórias. Por isso, mandamos uma mensagem para o DNAIPES e demos início a uma história que vale ser lembrada.

Mudamos. Evoluímos. E ainda temos muito a fazer. Inspirados pela música Reza A Lenda do DNAIPES e no quanto ela dialoga com nossa essência, criamos um movimento para lembrarmos que temos tanto a fazer. Para participar, bastava escolher um dos trechos da música, transformar em uma foto e publicar na hashtag #RezaALendaQue.

O que era para ser apenas uma expressão online, acabou virando um grande encontro offline. No dia 26 de agosto de 2016, amigos da colônia, famílias, fotógrafos, fãs da banda e quem a gente pode abraçar, foram sentir de perto a essência de um movimento Antility transportado para a vida.

Graças à parceria da Uniko, que nos forneceu gratuitamente a impressão de algumas fotos do movimento #RezaALendaQue, pudemos expor o olhar de alguns membros da colônia numa linda exposição na House of All, mesmo lugar que deu voz ao DNAIPES em um pocket show inesquecível.

Nossa ansiedade por construir um futuro sólido, nos distancia de viver um presente que vale à pena ser lembrado. Saudamos o passado, vivemos o futuro e esquecemos o presente. Quantas vezes você reuniu seus amigos em volta de um álbum de fotos para contar suas histórias? Acredite mais no poder dos encontros, mostre mais interesse, pare e ouça o que as pessoas estão dizendo.

Reza a lenda que não é preciso muito para fazer acontecer. Basta fazer.





PRETO É A COR DO MOMENTO

O #INSTAMEETBLACK VIROU TENDÊNCIA

Até parece editorial de moda, mas é sobre a terceira edição do #InstameetBlack. O movimento que teve início no ano passado, contou com a participação de 8 cantos do globo e 18 lugares no Brasil.

#InstameetBlack em Amsterdã.

#InstameetBlack em Amsterdã.

Dessa vez, alcançamos Viena, Japão, Amsterdã, Uzubequistão, Honduras, Guatemala, invadimos o México, passamos por Playas de Tijuana, Aguascalientes, Ciudad de Mexico, Orizaba, Xalapa. E vários lugares do Brasil, como São Paulo - SP, Campinas - SP, Fortaleza - CE, Brasília - DF, Manaus - AM, Goiânia - GO, Belo Horizonte - MG, Campo Grande - MS, Campina Grande - PB, Curitiba - PR, Recife - PE, Juazeiro - BA, Rio de Janeiro - RJ, Natal - RN, Porto Alegre - RS, Nova Tentro - SC e São Francisco do Sul - SC.

O que mais chamou a atenção nesta edição não foi as fotos em si, mas a conexão que se fortaleceu entre quem participou. Quando estamos sozinhos, esquecemos que pode ter alguém querendo o mesmo que nós bem ao nosso lado.

A chuva forte não espantou as mais de 30 pessoas que apareceram no Distrito de Paranapiacaba, em São Paulo. Em Brasília, o #InstameetBlack virou uma grande aventura, resumida no vídeo do Lucas Viniciús. O Claudio Ebson e o Alcimar Verissimo montaram um IMB humano com quem participou no Recife. Do Amazonas ao Rio Grande do Sul, o pretexto era fotografar todos vestindo preto, mas o propósito continua sendo cada vez maior.

#InstameetBlack em Recife, Pernambuco.

#InstameetBlack em Recife, Pernambuco.

O movimento não acaba quando o último clique é dado, ele permanece dentro de cada um que resgatou a roupa preta no guarda-roupa e esteve disposto a quebrar fronteiras. Não estou falando de linhas imaginárias que dividem territórios, mas das cercas que circulam nossa cabeça, reflita sobre o quanto você pode alcançar se tentar quebrá-las.

Um dia você pode estar aqui e no outro, passando 8 horas em Amsterdã. Sempre vai haver alguém para nos conectarmos. Perto ou longe, cultive desde já.





TIRE O CELULAR DO BOLSO

MAS NÃO PRA RESPONDER O WHATSAPP.

Tá na hora de aceitar. O que antes era brincadeira, agora está virando coisa séria. Nos últimos anos, o Instagram abriu espaço para uma categoria de fotos pouco explorada até então. A evolução dos smartphones, com câmeras cada dia mais potentes, criou e fortaleceu a fotografia mobile. O fato é: certas produções já são consideradas profissionais.


Esqueça os limites, se você tem um smartphone com uma câmera considerável, basta saber fazer bom uso dele. Não tem mistério. Um bom exemplo disso, é o clipe da ON AN ON gravado inteiramente com um iPhone 6.

A praticidade de ter um bom equipamento à qualquer hora, bem ali no bolso, tem atraído cada dia mais adeptos dessa modalidade. Pensando nisso, a OlloClip, que já era pioneira com suas lentes, dessa vez, quer levar um estúdio de fotografia e filmagem para onde você estiver.


O OlloClip Studio é uma solução integrada que combina proteção e montagem prática de acessórios para profissionalizar ainda mais os resultados de nossas fotos. A fórmula continua a mesma do conceito fotografia móvel: prática, simples e integrada.

Um projeto que nasceu no Kickstarter e está indo direto para o mercado americano, promete fortalecer a tendência da fotografia profissional anytime, anywhere.

E você? Já sabe aproveitar todo o potencial do smartphone que está bem aí no seu bolso?

Desliga as notificações e vamos sair para fotografar!